domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Suposto assasinado
O delegado de policia do Município de Pindobaçu, Dr. Marconi Almino, desvendou o que seria mais um crime de mando na região. Tudo começou quando Maria Nilza Pereira Simões resolveu prestar queixa na delegacia de Pindobaçu, informando no boletim de ocorrência que teria sido roubada por Carlos Roberto Alves de Jesus. Até ai, tudo parecia apenas mais uma queixa de rotina. A farsa começou a ser descoberta quando o delegado intimou o acusado para prestar esclarecimentos. No depoimento de Carlos Roberto, apareceu à grande surpresa. Ele contou que teria sido contratado por Nilza, para matar Erenildes Aguiar Araujo, conhecida como ”Lupita”.
No acordo, segundo o ex-presidiário, ele receberia a quantia de um mil reais para assassinar ”Lupita”, e que receberia o pagamento somente após terminar o ”trabalho”.
“Precisando do dinheiro, Carlos Roberto, que conhecia a suposta vitima”, resolveu em parceria com ”Lupita” fazer uma encenação e dividir a ”bolada” oferecida. Com o consentimento da ”vitima” o ex-presidiário foi até um mercadinho na cidade e comprou uma embalagem contendo cat chup. Carlos levou ”Lupita” para um matagal, amarrou mãos e pés com uma corda e ainda amordaçou a mesma. Em seguida, espalhou cat chup por todo o corpo da ”vitima” e deixou ”cravada” uma faca próxima ao peito esquerdo, tudo devidamente planejado. Tirou fotos e levou para a mandante confirmando que tinha feito o serviço.A mandante satisfeita,foi imediatamente a uma agencia bancária de Pindobaçu e retirou a quantia de um mil reais efetuando o pagamento pelo ”serviço prestado”.
Tudo corria como planejado,até que em uma determinada noite,em um Forró,Nilza passeava tranquilamente quando de repente,viu em sua frente,nada mais nada menos a mulher que tinha mandando matar.
Maria Nilza Pereira Simões, foi indiciada por crime de mando,ela ainda perdeu o dinheiro,e ”Lupita” continua viva.
Tudo corria como planejado,até que em uma determinada noite,em um Forró,Nilza passeava tranquilamente quando de repente,viu em sua frente,nada mais nada menos a mulher que tinha mandando matar.
Maria Nilza Pereira Simões, foi indiciada por crime de mando,ela ainda perdeu o dinheiro,e ”Lupita” continua viva.
Fonte: Maravilha Notícias/Esmeralda Noticias
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